sábado, 30 de junho de 2012

Fernanda Baia - Download

01-Deus fará um Caminho
02-Canções de Amor
03-Posso Crer
04-Há um Outro Lugar
05-Você me Pertence
06-A mão do Pai
07-Frágil Embarcação
08-Prove da Água
09-Histórias do Calvário
10-És Senhor
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Características de Cristo


A vocês, graça e paz da parte dAquele que é, que era e que há de vir, dos sete espíritos que estão diante do Seu trono, e de Jesus Cristo, que é a testemunha fiel, o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da Terra. Apocalipse 1:4, 5

O livro de Apocalipse nos apresenta um vislumbre do futuro. Deus, a quem o passado, o presente e o futuro são conhecidos, é o autor desse livro “para mostrar aos Seus servos o que em breve há de acontecer” (v. 1).

O Apocalipse, porém, é muito mais do que isso. Como a “revelação de Jesus Cristo” (v. 1), além de comunicar a Sua mensagem a respeito do que irá acontecer, o Apocalipse é acima de tudo uma revelação dEle. No centro desse livro está Jesus. Concentrar-nos em eventos e no papel das nações sem discernirmos Aquele que está conduzindo a história ao seu auge glorioso é perder de vista a mensagem fundamental do Apocalipse.

Ao longo desse livro, encontramos descrições gloriosas de Jesus e de Sua obra – quem Ele é, o que fez, está fazendo e ainda fará. De tempos em tempos, a ação é interrompida à medida que os habitantes do Céu – as quatro criaturas viventes, os 24 anciãos e miríades de anjos – irrompem em hinos de adoração e louvor.

No início, encontramos a descrição de três características de Jesus. Ele é a testemunha fiel, o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da Terra. Cada uma dessas características será apresentada no livro, e cada uma delas tem uma mensagem para nós hoje.

Como a testemunha fiel, Jesus olha tanto para o futuro como para a nossa vida com infalível discernimento. Quando nos diz que no fim o bem triunfará sobre o mal, podemos confiar. Ao olhar para nossa vida e dizer: “Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente” (Ap 3:15), devemos reconhecer que o Seu diagnóstico está correto.

A Testemunha Fiel é também o Primogênito dentre os mortos. Ele passou por isso. Ele foi o primeiro a quebrar as algemas da morte, e agora seguimos o Líder. Apesar de o nosso corpo perecer, nós também viveremos novamente.

Ele é o soberano dos reis da Terra. Presidentes, primeiros-ministros, monarcas, poderosos, chefões – Cristo é mais poderoso do que todos eles. Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores, e um dia eles também reconhecerão isso (Ap 19:16).

Aleluia! Que Salvador!

Feito pra mim - Arautos do Rei


Arautos do Rei-Ainda existe graça


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Memes adventistas

Memes adventistas

Memes adventistas

Memes adventistas

Memes adventistas

Memes adventistas

Cristão.com

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Jeferson Pillar Festa no Céu 2011

Download CD Jeferson Pillar Festa no Céu 2011

Faixas do Albúm
01 Festá no Céu
02 Todo Pranto Findará
03 Filinhos
04 Espírito Santo
05 Bem maior
06 Quero Entregar
07 Deus Proverá
08 Quero Celebrar
09 Sou Feliz
10 Festa no Céu (Piano e Voz)
11 Todo Pranto Findará (Vocal Player)
Servidores: Mediafire
Tamanho do arquivo: logo Jeferson Pillar Festa no Céu 201174 MB
Hotfile: Download

Corajosos Dublado 2011

Título Original: Courageous
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 129 Min
Ano de Lançamento: 2011
Qualidade: BDRip
Formato: XviD e RMVB
Áudio: Português e Inglês / Português
Legenda: BAIXAR
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Tamanho: 900 Mb / 3LT0N | 405 Mb / Cristão.com

XviD Dual
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RMVB Dublado
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Download Fernanda Lara – Magnífico Deus (2011)


Tamanho: 44 MB
Formato:
mp3
Qualidade:
128 kbps
Iniciar Download Via:
Músicas do CD
01. Magnífico Deus – Intro
02. Magnífico Deus
03. Eu tenho que orar
04. Eu preciso de um milagre
05. Toque de poder
06. Na tua glória
07. Perdoado
08. Olhar de Deus
09. Não chore
10. Mais alto
11. Espírito Santo

Arautos do Rei - Ainda Existe Graça (2012)

01-O QUE ESPERANCA
02-PREFIXO 2012
03-AINDA EXISTE GRACA
04-SINAIS
05-NOSSA UNICA ESPERANCA
06-EM SUA CASA VOU HABITAR
07-JERUSALEM
08-PRONTO QUERO ESTAR
09-EU CONHECO O CEU DEUS CONHECE A CRUZ
10-BUSQUE A VERDADE
11-VOAR COMO AS AGUIAS
12-O ESPIRITO DE DEUS
13-FEITO PRA MIM
 14-HOJE E O TEMPO
 15-Bonus MEDLEY - PREFIXOS

CD Leonardo Gonçalves – Principio e Fim – 2012

Download CD Leonardo Gonçalves – Principio e Fim  - 2012
Baixar CD Leonardo Gonçalves – Principio e Fim – 2012
Faixas do CD
01. prelúdio (tsion)
02. tsion
03. novo
04. sublime
05. bondade
06. eu acredito
07. interlúdio (tsion)
08. viver o Amor
09. mente e coração
10.
there
11. jamais
12. Princípio e Fim
 

Kits de Ensaio "O dia enfim chegou - Arautos do Rei 2010"

Kit de ensaio "Espero a manhã radiosa"

E pra quem pediu e esperou ansioso, disponibilizo gentilmente o kit de ensaio da versão acapella "Espero a manhã radiosa" cantada pelo Arautos do Rei no dvd - O dia enfim Chegou 2011. 
Abaixo as vozes para download:

quarta-feira, 27 de junho de 2012

cristao.com

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Meu lar definitivo


Casa não feita por mãos. 2 Coríntios 5:1 ... da qual Deus é o arquiteto e edificador. Hebreus 11:10

Quando eu era pequena, nossa família vivia numa casa de bambu e nipa, junto à praia, nas Filipinas. Um dia, quando meus irmãos e eu voltamos da escola para casa, vimos ondas grandes rebentando na praia. Pior que isso – nossa casa não estava lá! Outras casas também haviam desaparecido. Um maremoto varrera todas as casas daquela região. Não mais tínhamos um teto, mas meus irmãos maiores ajudaram rapidamente a construir uma casa nova para nós.

Quando eu tinha uns 10 anos, mudamo-nos para uma casa maior, de madeira. Tinha quatro grandes pilares, em fundações de concreto.
Tenho morado em muitas outras casas, devido a mudanças da família e por necessidade do trabalho. Não tínhamos escolha.

O nascimento do nosso último bebê aumentou a família para seis pessoas. Por algum tempo, moramos numa casa de um dormitório, entre pinheiros, em Tucson. Depois, mudamo-nos para uma casa com quatro dormitórios. Na Califórnia, alugamos um apartamento de três dormitórios e acabamos comprando uma casa da qual era possível ir a pé para o trabalho. Quando nos mudamos para Virgínia, os fundos da propriedade davam para um pitoresco lago, e nosso quintal tinha um terraço. Amigos e vizinhos distribuíam frutas e verduras, quando era época. Ficamos felizes por adquirir aquela propriedade. Amigos e parentes também gostavam de pescar no lago.

Agora, nossa última casa, considerada a melhor, é toda de alvenaria. Tem dois pisos e vista para o mar. De um lado, há coqueiros, outras árvores frutíferas e verduras. Do outro lado, há um rio. A área tem paisagismo com plantas exóticas de diferentes cores, que combinam bem com as pedras do rio. O jardim não precisa de irrigação regular, mas, ocasionalmente, é regado de modo manual, com água do poço. A chuva é frequente e a água, abundante.

Consideramos essa propriedade uma bênção maravilhosa do Senhor. Assim, oferecemos a casa não só à nossa família, mas a missionários e a outros que precisem de hospedagem.

Deus fez uma promessa a todos os que creem. Somos residentes apenas temporários nestas imprevisíveis habitações na Terra. Ele preparou nosso lar definitivo no Céu.

Esperanza Aquino Mopera

Meu Redentor Vive!


Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim Se levantará sobre a terra. Jó 19:25

O livro de Jó, um clássico da literatura, avalia as profundezas da experiência humana ao lutar com o antigo problema do sofrimento. Nesse livro encontramos as perguntas que fazemos a Deus. Ali encontramos respostas estereotipadas e comuns dadas pelos consoladores, os “confortadores” do desesperado Jó. No fim, porém, Deus Se manifesta, e ao fazer isso elogia o questionador Jó e repreende seus amigos sabichões.

Ao longo desse livro extraordinário, de repente nos deparamos com um dos tesouros mais preciosos de toda a Bíblia. É ainda mais maravilhoso porque foge totalmente do padrão de tudo que foi dito antes.

Até ali, Jó lamenta seu destino, amaldiçoa o dia de seu nascimento, sente-se tratado injustamente por Deus e roga por uma chance de apresentar seu caso diante do Criador. Os três “confortadores”, Elifaz, Bildade e Zofar, insistiram em dizer que Jó realmente merecia o sofrimento que o afligia – era um homem ruim. Precisava confessar seu pecado e arrepender-se.

O décimo nono capítulo apresenta os sofrimentos de Jó sob uma luz lastimável. Jó lamenta que seus amigos apenas o fazem sentir-se pior (v. 1-5) e que Deus não lhe concedeu a oportunidade de obter a justiça merecida (v. 7, 8). Jó foi privado de honra e dignidade; a esperança se foi; todos os parentes e conhecidos o abandonaram (v. 9-16). Ele se tornou objeto de abominação, desprezo e zombaria, mesmo entre os seus amados. Jó não era mais nada além de ossos e pele (v. 17-20). “Misericórdia, meus amigos, misericórdia! Pois a mão de Deus me feriu”, clama Jó, e nosso coração se compadece (v. 21).

Então, aparentemente do nada, surge a extraordinária, maravilhosa expressão de certeza e confiança: “Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim Se levantará sobre a terra. E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus. Eu O verei com os meus próprios olhos; eu mesmo, e não outro!” (v. 25-27).

“Eu sei!” Essa é a certeza concedida pela graça. Eu conheço Jesus, meu Redentor. Eu sei que Ele vive. Sei que Ele virá outra vez e ressuscitará os mortos. E, assim, eu sei que, porque Ele vive, eu também viverei.

terça-feira, 26 de junho de 2012


Meu rei Asa


Asa fez o que era bom e reto perante o Senhor, seu Deus. 2 Crônicas 14:2

Com uma sensação de culpa, olhei para o cartão de visita que estava numa prateleira da minha sala de jantar. O cartão já estava ali fazia semanas, quem sabe meses. Estou muito ocupada com minhas duas meninas, desculpei-me. Certo, mas a verdade era que eu receava falar com alguém que não conhecia. Eu havia aceitado com boas intenções o cartão num sábado à tarde, após o culto na igreja, mas, sendo cristã fazia pouco tempo, meu coração andou um pouco à frente da minha coragem.

Por fim, um dia, o Espírito Santo venceu e fiz o telefonema. Um cavalheiro me atendeu e, durante o curso da conversa, fiquei sabendo que era o pai do homem cujo nome aparecia no cartão. Quando desliguei, havia marcado um horário para conhecê-lo e levar-lhe alguma literatura.
Asa era um homem de aparência doentia, com seus 60 e tantos anos. Era muito magro e precisava usar oxigênio para auxiliar a respiração. Sua aparência era rude, mas eu o vi como um homem gentil que amava seu Senhor. Esse foi o início de uma preciosa amizade que durou vários anos. Eu brincava com ele, chamando-o de rei Asa, em referência ao bom rei Asa da Bíblia.

Depois que minhas filhas iam dormir, Asa ligava e dizia: “Joanie, fale comigo a respeito de Jesus!” Nós ríamos, chorávamos, animávamo-nos um ao outro e orávamos juntos. Ele foi uma bênção tremenda em minha vida, e eu dava graças a Deus por esse amigo tão precioso.

Eu o visitava e estudávamos a Bíblia sempre que possível. Mas, como costuma acontecer na vida, as coisas mudaram. Asa estava doente, com enfisema, e o prognóstico não era bom. Por fim, a doença piorou. Um dia, ele me contou que, justamente três dias antes do meu primeiro telefonema, ele havia orado para que Deus lhe mandasse alguém a fim de ensiná-lo acerca de Deus e da Bíblia. Lembra-se de quanto tempo aquele cartão ficou na prateleira, por causa do meu medo e da minha fé imatura? Foi com grande humildade que reconheci ter sido a resposta à oração de alguém!

Não muito tempo depois disso, Asa dormiu em Jesus. Ah, ele não chegou a se tornar membro da minha igreja, nem aceitou tudo o que partilhei com ele, mas creio que, quando Asa despertar um dia, a primeira coisa que ele verá será a face do seu Salvador. Ele e aquilo que aprendi com ele permanecerão sempre no meu coração e lembrança, como uma preciosa dádiva de Deus.

Joan Green

Fórmula Para o Reavivamento


Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar e orar, buscar a Minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos Céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra. 2 Crônicas 7:14

Salomão havia acabado de dedicar a Deus o Templo que construíra para a glória dEle. Proferiu uma linda e sincera oração pública, cuja essência era uma petição para que, a despeito dos pecados que o povo viesse a cometer, Deus ouvisse e atendesse quando orassem voltados para o Templo.

Pouco tempo depois, Deus apareceu a Salomão com uma resposta. A resposta divina deixou claro que, embora o Templo fosse o centro da adoração, não havia nele poder algum para garantir que o Senhor atendesse aos pedidos. O que realmente importava era a maneira pela qual o povo se aproximava de Deus, humilhando-se, orando, buscando a face de Deus e afastando-se de seus maus caminhos.

Essa fórmula quádrupla para a oração bem-sucedida ainda fala a nós hoje. Trata-se da prescrição para o reavivamento que devemos levar a sério e seguir individualmente e também como organização.

O reavivamento começa com a humildade. É a pessoa faminta que Deus alimenta, não aquela que se sente satisfeita; é a sedenta que recebe a água da vida. Enquanto estivermos cheios de orgulho e autossuficiência, não haverá espaço para Deus. “Habito num lugar alto e santo”, diz o Senhor, “mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo [...] e novo alento ao coração do contrito” (Is 57:15).

A humildade leva a uma oração diferente, uma oração que funciona, uma oração que Deus responde. Quando nos damos conta de nossa grande necessidade, Deus pode nos ouvir. Jesus contou a respeito de dois homens que foram ao Templo para orar. Um deles, cheio de si, saiu da mesma forma como entrou, sem diferença alguma; mas o outro pôde apenas clamar: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18:13) e voltou para casa em paz com Deus.

Buscar a face de Deus é buscar o Seu favor, o que significa estar em paz com Ele. No momento em que Deus for mais importante para nós do que tudo o mais, quando estivermos preparados para abandonar o pecado acariciado ao sermos convencidos pelo Espírito, Deus poderá operar grandes coisas em nossa vida.

O último passo, abandonar os nossos maus caminhos, descreve o arrependimento. Na verdade, todos os quatro passos fazem isso. O arrependimento começa com a mudança de coração, mas resulta na mudança de vida.

segunda-feira, 25 de junho de 2012


Ervas daninhas da vida


[O justo] é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido. Salmo 1:3

Após retornar de uma excursão, encontrei ervas daninhas de um metro de altura esperando por mim, em casa. Puxa! Como foi possível que essas ervas criassem raízes e crescessem tanto em apenas um mês? Eu esperava que as plantas perenes que eu plantara no ano anterior reaparecessem. Mas logo percebi que esperança sem ação é inútil. Espanta-me que as ervas daninhas cresçam sem qualquer trato ou cultivo, e suas raízes se aprofundem e se estendam.

Às vezes, em nossos relacionamentos, encontramos ervas daninhas crescendo onde nunca as plantamos. Essas ervas causam atritos, divisão e, por fim, desastre. Isso me faz lembrar da parábola de Jesus sobre o homem que saiu a semear: “Outra [semente] caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram” (Mateus 13:7). Algumas de minhas amigas que realmente gostam de jardinagem falam das alegrias de arrancar ervas daninhas, de desarraigar essas plantas que se espalham, antes que tomem conta de tudo. Não consigo me identificar com isso, já que prefiro trabalhar entre quatro paredes. Mas bons mordomos precisam trabalhar onde são necessários, e não necessariamente onde desejam.

Essa lição objetiva me ensinou a ser coerente com aquilo que desejo na vida. Se quero paz, devo plantar as sementes da paz. Se quero amor, devo plantar as sementes do amor. Se quero alegria, alegria indizível, devo plantar as sementes da alegria. Se quero amizades sólidas, devo plantar sementes que gerem amizade. Se desejo estabilidade financeira, devo plantar as sementes da sábia administração. Se desejo sabedoria, devo plantar as sementes da sabedoria. Se desejo mudanças transformadoras, positivas no mundo, devo ser a mudança que eu quero ver. Seja qual for o desejo, ele requer que eu seja intencional em meus atos. Caso contrário, as ervas daninhas da dúvida, do desespero, da carência, da solidão e insensatez sufocarão as boas plantas. Hoje, sou categórica em meu desejo de plantar as sementes do amor, alegria, paz, mansidão, bondade, amizade, boa administração e conhecimento. Assim, pratico um cuidado preventivo, arrancando as ervas que ocultam e sufocam essas qualidades da vida.

Sinta-se abençoada. Intencionalmente escolho sentir-me assim.

Lady Dana Austin

Quem é meu Inimigo?



Quando um homem encontra um inimigo e o deixa ir sem fazer-lhe mal? O Senhor o recompense com o bem, pelo modo como você me tratou hoje. 1 Samuel 24:19

Davi havia acabado de poupar a vida de Saul. O rei Saul, louco de ciúmes, perseguia o jovem general com três mil homens escolhidos a dedo. O rei perseguiu Davi até En-gedi, região desértica localizada acima do Mar Morto, onde os famosos pergaminhos foram encontrados.

O rei entrou em uma caverna para aliviar o ventre, totalmente inconsciente de que ao fundo se escondiam Davi e seus homens. “Essa é a nossa chance!”, sussurraram para Davi. “Deus entregou Saul em nossas mãos!” Davi, porém, resistiu à tentação de aniquilar o rei a sangue-frio. Em vez disso, se aproximou discretamente dele e cortou um pedaço de seu manto.

Depois que o rei deixou a caverna, Davi saiu e gritou para ele. Com o pedaço do manto nas mãos, contou ao rei que havia poupado sua vida. Saul ficou chocado: todo o seu ser estava focado em eliminar a pessoa que via como seu maior rival. Se Davi tivesse caído em suas mãos, o resultado seria rápido e mortal.

Saul considerava Davi seu inimigo, mas Davi não considerava Saul da mesma forma, mesmo que Saul estivesse tentando matá-lo a todo custo. Davi demonstrou o espírito de Jesus, que disse: “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que vos perseguem para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos Céus” (Mt 5:44, 45). E foi exatamente isso que Jesus fez. “Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-Se àquele que julga com justiça” (1Pe 2:23).

Deus não tem inimigos, e tampouco devemos nós ter. Não importa o que os outros pensem, digam ou façam contra nós, eles ainda são filhos e filhas de Deus – nossos irmãos e irmãs, pessoas amadas por Deus e por quem Cristo morreu. Apenas a graça pode causar essa mudança em nossas atitudes, e assim o fará, se permitirmos que o Espírito de Deus nos transforme à semelhança de Jesus.

Muitas pessoas levam a vida olhando constantemente por cima dos ombros para ver quem está tentando lhes fazer mal. Gastam horas de energia negativa imaginando conspirações, intrigas e situações ruins. Deus está nos chamando para uma vida melhor. Deixemos de lado as sombras da dúvida e da suspeita e recebamos a luz do Sol. Caminhemos hoje no espírito de Jesus, em graça e com amor a todas as pessoas.

domingo, 24 de junho de 2012


Auxílio inesperado


Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração. Salmo 37:4

Sou a caçula de nove irmãos. Meu pai sofreu um esgotamento nervoso e, quando eu tinha 9 meses, ele foi internado num hospital para doentes mentais, onde permaneceu por oito longos anos. Isso aconteceu no início da década de 1930, e obviamente éramos pobres. As crianças mais velhas abandonaram a escola e procuraram trabalho para ajudar a sustentar a família.

Durante a minha vida toda desejei ser enfermeira. Em minha mente, esse era o pensamento supremo. Mas havia tantos desafios que o alvo parecia quase impossível. Contudo, nunca desisti de lutar por ele. Precisei trabalhar para pagar meus estudos e depois consegui frequentar o colégio por um ano, fazendo matérias pré-enfermagem. Trabalhei durante o verão para pagar a conta.

Por fim, vi o caminho desimpedido para me matricular na faculdade de enfermagem, embora não soubesse como financiá-la. Trabalhei como auxiliar de enfermagem num pequeno hospital e economizei cada centavo que podia. Fui aceita no curso de enfermagem da minha escolha e me preparei para ir, mas ainda não tinha nem perto do dinheiro de que precisava.

Orei fervorosamente a respeito disso e deixei tudo nas mãos do Senhor. Um dia, durante o meu turno, atrasei-me para o almoço no refeitório do hospital. Só restava uma pessoa ali, o gerente financeiro do hospital. Peguei minha refeição e sentei-me à mesa com ele. Eu não havia falado com ele nem com ninguém do hospital a respeito da minha necessidade financeira. Mas, para minha surpresa, ele disse de repente: “Delores, o diretor do hospital e eu estivemos conversando. Sabemos que você precisa de mais dinheiro para adquirir sua capacitação como enfermeira.” Com isso, ele pegou uma folha grande de papel e a entregou para mim. E disse: “Se você concordar com isto, é só assinar, e nós lhe mandaremos o dinheiro sempre que você precisar. Quando concluir seu curso de enfermagem, você deverá voltar para cá, a fim de trabalhar e pagar o empréstimo, sem juros.”

Puxa! Muito obrigada, Senhor! orei, em silêncio. Eu sabia que me ajudarias. Obviamente, assinei o papel. E que bênção foi, para mim, usar dinheiro do empréstimo para também pagar minha passagem para casa, nas férias, e cobrir outras necessidades. O Salmo 37:4 sempre me foi especial. O Senhor, verdadeiramente, satisfez os desejos do meu coração.

Delores Pohle Master

As Probabilidades da Graça


Dificilmente haverá alguém que morra por um justo, embora pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Romanos 5:7

Um noticiário publicou a história fascinante de duas irmãs que deram à luz com a diferença de uma hora no Hospital Northside em Atlanta, nos Estados Unidos. Ashlee Spinks e Andrea Springer descobriram, no sexto mês de gestação, que dariam à luz no mesmo dia. Assim, Spinks foi de Indianápolis para a Geórgia algumas semanas antes para ficar com a irmã.

Cada uma deu à luz a meninos gêmeos através de cesarianas pré-agendadas. As próprias irmãs são gêmeas.

Os casais não fizeram nenhum tratamento de fertilidade para conceber os bebês, mas nas famílias dos quatro pais era comum a ocorrência de gêmeos.

O noticiário apresentou uma entrevista com um médico, especialista em gravidez de alto risco, que afirmou que a probabilidade de irmãs gêmeas ficarem grávidas de meninos gêmeos e darem à luz na mesma data é de um em um milhão.

No mundo de hoje, as pessoas estão acostumadas a falar sobre probabilidades. O estudo de estatísticas capacita o pesquisador a afirmar com precisão as probabilidades contra ou a favor da ocorrência de certo evento. Tais cálculos nos servem muito bem para tomarmos decisões; eles nos ajudam a trazer ordem à vida.

Lembremo-nos sempre, no entanto, de que as chances e probabilidades precisam ser encaradas num contexto muito mais amplo. Os cientistas, por exemplo, calcularam a probabilidade de todas as variáveis necessárias para a formação do Universo. O número a que chegaram é tão grande quanto impressionante. Sim, é factível que a possibilidade astronomicamente remota tenha ocorrido, mas é muito mais lógico que uma Mente colossal tenha criado tudo. Por essa razão, muitos astrofísicos e astrônomos hoje, ao contrário dos da geração passada, reconhecem algum tipo de Ser divino como a fonte do Universo.

Qual a probabilidade da salvação? Raramente alguém morre por um amigo ou por uma boa pessoa, como Paulo mesmo falou; mas qual é a probabilidade de o Criador do Céu e da Terra morrer por um mundo perdido? Qual é a probabilidade de nascer como bebê? Qual é a probabilidade de o Imaculado Filho de Deus tomar sobre Si nossa culpa e vergonha?

Quais são as probabilidades? As probabilidades da graça não têm limites e vão além de todas as expectativas.

sábado, 23 de junho de 2012


Ovos de andorinha


Vocês valem mais do que muitos pardais. Mateus 10:3, NVI

Era o verão de 1952. Tínhamos terminado o almoço de sábado. A louça estava lavada e os panos de prato pendurados para secar. Os homens estavam na sala falando sobre gado e feno, e as mulheres falavam sobre acolchoados e conservas de tomate. Quando decidi ir para fora, a porta de tela bateu, fechando-se atrás de mim. Era tempo de liberdade. Durante toda a semana, tínhamos trabalhado no campo de feno, mas o sábado era o “Dia de Repouso e Alegria”. A garoa molhou meu rosto e formou pequenas contas sobre minhas longas tranças castanhas. A garotada mais nova brincava dentro de casa, sob alguma supervisão. O que faria esta menina de 13 anos, vinda da cidade, numa tarde chuvosa de sábado, numa fazenda de Missouri?

A cidade era sempre ruidosa. Nossa casa, a poucos metros do pronto-socorro do grande hospital no centro de Los Angeles, era constantemente assombrada pelas sirenes das ambulâncias. As gangues perambulavam pelas ruas. Mas aqui havia segurança. As portas permaneciam destrancadas, dia e noite. A arrogância da cidade fora posta de lado, e eu estava livre.

Fui andando na direção do celeiro. Andorinhas! Elas tinham um ninho no palheiro. Tive a curiosidade de saber se os ovos já haviam eclodido. Subi pela escada até o palheiro e espiei para dentro do ninho. O doce cheiro do feno era agradável. O tamborilar da chuva no telhado de zinco do celeiro dizia que seria inútil aventurar-me ao ar livre. Peguei um ovinho. Para meu deleite, vi que ele já começara a rachar. A minúscula criatura, lá dentro, tentava encontrar uma saída. Fiquei fascinada! Segurando suavemente o frágil ovo na mão, sentei-me sobre um monte de feno para observar. Devagar, a princípio, a criaturinha começou a bicar e a abrir seu caminho para fora da casca. Esperei. Por fim, o passarinho desemplumado ali estava, vulnerável, na minha mão.

Cânticos vindos da casa próxima flutuaram suavemente até o paiol. Que tranquilidade! “Se Deus protege as aves, cuidará de mim também.” Entendi. Eu sabia que Ele me segurava gentilmente em Sua mão, aguardando que eu também “saísse da casca”. Com cuidado, coloquei o bebê passarinho no ninho e desci a escada. A chuva havia parado e a posição oblíqua do Sol, anunciava a proximidade do fim do sábado. Voltei para casa e me assentei sobre o braço da poltrona, unindo minha voz à do meu tio.

Elizabeth Boyd

Saul Entre os Profet


Quando os que já o conheciam viram-no profetizando com os profetas, perguntaram uns aos outros: “O que aconteceu ao filho de Quis? Saul também está entre os profetas?” 1 Samuel 10:11

A Bíblia conta que as palavras “Saul também está entre os profetas?” tornou-se um ditado entre os filhos de Israel (v. 12). Obviamente, esse ditado passou a ser empregado para expressar situações aparentemente inacreditáveis, coisas além da imaginação.

Esse ditado revela muitas coisas a respeito do homem que se tornou o primeiro rei de Israel. Aparentemente, ninguém o considerava um líder espiritual, a despeito das outras qualidades que fizeram com que fosse aprovado no conceito popular. É triste pensar que Saul tenha sido assim considerado na época em que tomou as rédeas da autoridade.

Apesar de Saul ter levado uma vida longe dos caminhos de Deus e de Sua vontade, ele mudou depois que Samuel o ungiu líder de Israel. Samuel lhe disse que no caminho de volta para a casa de seu pai ele encontraria um grupo de profetas. “O Espírito do Senhor se apossará de você, e com eles você profetizará” (v. 6). E assim aconteceu. “Deus mudou o coração de Saul” (v. 9), e, ao encontrar-se com o grupo de profetas, uniu-se a eles profetizando.

Verdadeiro naquela época, verdadeiro hoje: podemos encontrar Saul entre os profetas. Podemos ser Saul entre os profetas. Não importa qual o seu passado, o quão negligente ou indiferente tenha sido para com Deus, Ele pode nos dar um coração novo. Se estivermos dispostos, Ele poderá derramar Seu Santo Espírito sobre nós em poder, e poderemos nos unir com as pessoas mais espirituais da igreja.

Infelizmente, a história de Saul não termina aqui. Mais tarde, encontramos Saul obcecado, com inveja de Davi, a quem temia que fosse o escolhido do Senhor para sucedê-lo. Davi foge para Se encontrar com Samuel em Ramá a fim de salvar a vida; Saul envia uma companhia de soldados para capturá-lo. O Espírito de Deus, porém, apodera-se dos soldados e eles começam a profetizar. Saul envia mais homens; a mesma coisa acontece. Saul envia uma terceira companhia, com o mesmo resultado. Por fim, Saul vai pessoalmente, mas o Espírito de Deus Se apodera até mesmo dele. E, assim, ouve-se novamente o ditado: “Está Saul também entre os profetas?” (1Sm 19:24).

Sim, Saul estava novamente entre os profetas, mas não por vontade própria. Ele, que tinha começado tão bem seu reinado, agora abrigava assassinato em seu coração. Que terrível advertência para cada um de nós!

sexta-feira, 22 de junho de 2012


Férias


Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor. Salmo 27:14

Em 2008, minha família tinha dois grandes eventos para comemorar: os 20 anos de casamento de minha irmã e cunhado, e os 70 anos de meu pai.

Achamos que seria interessante festejar os dois juntos, embora caíssem em meses diferentes. Depois de trocarmos ideias, minha irmã decidiu que a comemoração seria por ocasião de sua viagem anual a Nassau, terra do meu cunhado. E, como papai havia feito no passado, ele e sua esposa iriam junto.

Durante vários anos desejei ir, mas nunca tive o dinheiro para pagar a viagem. No entanto, como aquele era um ano especial, com uma comemoração especial, decidi que iria. Reservei o hotel e quase desmaiei diante do preço! Só conseguiria festejar com eles, em julho, se encontrasse uma passagem aérea promocional.

Eu verificava o preço das passagens todos os dias, e orava para que ele caísse. Eu não tirava férias de verdade desde 1994, e estava realmente na expectativa dessa viagem. Você deve lembrar que, em 2008, a gasolina era vendida a um preço recorde, 4 dólares o galão, e o custo da alimentação estava nas alturas. Talvez não fosse o ano das minhas férias, realmente.

Orei ao Senhor e falei com Ele. Contei-Lhe que não concordava em gastar tanto dinheiro com férias. Ou Ele diminuiria o preço da passagem, ou me daria paz quanto ao dispêndio do dinheiro. Durante os últimos 100 dias, o preço da passagem a Nassau, ida e volta, saindo da minha cidade, tinha caído para menos de 450 dólares. Eu queria menos de 300 e acreditava que Deus providenciaria isso. Começou a cair, sim, mas não o suficiente. Por fim, dei mais duas semanas de prazo. Depois disso, eu me resignaria a não fazer a viagem.
Um dia, conferi o preço de manhã e à noite – havia subido 38 dólares! Direção oposta! Então fui para outro site e não acreditei no que via, quando li 299 dólares. Indo diretamente ao site da companhia aérea, reservei as datas e fiquei completamente pasma quando o preço chegou a 288,80 dólares!

Mais uma vez, Deus me havia “abraçado” e concedido os desejos do meu coração. Naquela noite, as lágrimas correram enquanto eu Lhe expressava meu agradecimento em oração. Então pergunto: Você conhece meu Pai celestial? Já experimentou Seu amor? Está aguardando ansiosamente Sua vinda?

Angèle Peterson

Vivendo Deliberadamente



Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. Mateus 4:1

Faltavam poucos dias para Henry David Thoreau completar 28 anos quando ele deixou a sociedade em 4 de julho de 1845. Mudou-se para uma cabana que havia construído na encosta de Walden Pond, e viveu sozinho por dois anos, cuidando de suas necessidades. Aparentemente, não tinha intenção de escrever um livro na ocasião em que partiu para Walden, mas nove anos mais tarde a obra Walden; or, Life in the Woods [Walden; ou Vida na Selva] foi publicada. Apesar de não ter vendido muito bem a princípio, mais tarde se tornou um clássico americano.

Em Walden, Thoreau narra a razão de embarcar em sua famosa experiência de viver sozinho. “Fui para a floresta porque desejava viver deliberadamente, [...] e não, ao morrer, descobrir que não vivi.” Vivendo com simplicidade monacal, Thoreau estudou as minúcias da natureza ao redor e seu ciclo ao longo das estações do ano. Os longos períodos de silêncio lhe deram a oportunidade de pensar e refletir sobre quem era e como desejava que fosse sua vida.

Muito antes de Thoreau se retirar para a floresta, Jesus de Nazaré Se retirou para o deserto. Ele também foi pensar e refletir sobre quem era e no propósito de Sua vida. Ao contrário de Thoreau, Jesus estava prestes a embarcar numa missão de suprema magnitude, da qual dependia o sucesso ou o fracasso da humanidade – na verdade, do Universo inteiro. Por causa dessa missão, Ele teve que vir à Terra, deixar a glória celestial, velar Sua majestade, pôr de lado Suas prerrogativas divinas em que “milhares se apressam a atender o Seu comando sobre a terra e o oceano sem descanso” (Milton).

O Espírito conduziu Jesus até o deserto. O mesmo Espírito O instruiu a sair de Nazaré e seguir em direção ao Jordão, próximo a Jericó, local em que João Batista proclamava a proximidade do reino de Deus. Jesus Se uniu à multidão que rodeava João e pediu que ele O batizasse, não porque tivesse pecados não confessados, mas como uma confirmação da mensagem de João e uma declaração pública do início de Sua missão.

Agora um conflito estava sendo travado no deserto. Ao contrário de Thoreau, Jesus enfrentou a pressão das tentações de Satanás. Cada teste tinha como objetivo sabotar Sua missão; mas, para cada teste, Jesus Se apegou a Deus e à Sua Palavra.

Podemos aprender muito com a experiência de Thoreau. Precisamos aprender como viver deliberadamente. Podemos aprender muito mais com Jesus. Seu exemplo nos mostra o caminho para obter poder na vida deliberada.

quinta-feira, 21 de junho de 2012


Estranho acontecimento

 
Porque o Senhor Se levantará, como no monte Perazim, e Se irará, como no vale de Gibeom, para realizar a Sua obra, a Sua obra
estranha, e para executar o Seu ato, o Seu ato inaudito. Isaías 28:21

Com frequência, à tardinha, quando volto de carro do trabalho para casa, ou visito minha filha, ouço partes de um programa musical pelo rádio. O toca-fitas não funciona e, um dia, fiquei contente. Qualquer pessoa pode telefonar e pedir que seja tocada uma canção para alguém, ou dedicá-la a seu amigo ou parente. A apresentadora, Delilah, é uma mulher espiritual, assim a considero. Ela incentiva as pessoas a pensar de modo positivo. Diz: “Uma bênção para você” e frequentemente fala em Deus e no que Ele tem feito por ela. Estimula as pessoas a buscar ao Senhor, para que as ajude nos tempos de dificuldade, doença ou indecisão. Ela toca música de qualidade – embora, às vezes, vá para o lado do rock country.

Naquela noite em particular, um ouvinte ligou e, no ar, disse que apreciava ouvir a música e suas palavras de esperança antes de ir para a cama. Ele disse: “Você nos traz ânimo e esperança, neste mundo cheio de estranhezas.” Pensei por muitos dias naquilo que ele disse.

Meu esposo, certa vez, disse que eu estava estranha. Sabe, em julho de 1995, saí em férias e voltei como cristã – com ideias “estranhas”. Eu não gostava mais dos seus filmes seculares nem da música sertaneja. Mas eu não me considerava estranha. Simplesmente encontrara um estilo de vida melhor, seguindo o Senhor. Mas ele me achava diferente – estranha.

Sim, este mundo está cheio de ideias, valores e modos de vida “estranhos”. Na concordância bíblica, encontro uma relação de muitas coisas ligadas à palavra estranho: cidades, países, incêndios, carne, nações, lábios, terras, punição, linguagem, águas, fala, esposas – e mais. Fui conferir todas. São muito interessantes.

A Bíblia diz que Deus executará Seu estranho ato de aparecer como guerreiro para subjugar Seus inimigos, e todos O verão desempenhando um papel completamente diferente de tudo o que já viram antes. “Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça” (Apocalipse 19:11). Ele virá como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Apocalipse 19:16). Estou aguardando esse estranho acontecimento. Tenho certeza de que será muito lindo, e nada estranho. Como é que sei? Porque a Bíblia diz isso.

Vidella McClellan

As Pessoas São Maravilhosas


Que é o homem, para que com ele Te importes? E o Filho do homem, para que com ele Te preocupes? Salmo 8:4

De toda a vasta extensão da criação de Deus, magnificente em complexidade e variedade, as pessoas são o que há de mais maravilhoso. O Salmo 8 nos diz isso, mas de uma forma surpreendente. A primeira metade do salmo parece descrever a pequenez da humanidade, à medida que o salmista medita na glória do céu, com a Lua e as estrelas como obras da mão de Deus. Realmente, ao contemplarmos a Via Láctea no céu limpo da noite, sentimo-nos muito insignificantes. Juntamente com Davi, temos o desejo de dizer: “Que é o homem, para que com ele Te importes? E o filho do homem, para que com ele Te preocupes?”

Mas o salmo de repente muda de foco. A humanidade não é insignificante afinal. Possuímos posição elevada porque Deus nos criou apenas um pouco abaixo dos anjos. Ele nos coroou com glória e honra, e colocou sob o nosso poder todas as criaturas que andam, voam ou nadam (v. 5-8). Contemplando a glória da humanidade, o salmista exclamou: “Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o Teu nome em toda a Terra!” (v. 9).

Que lugar maravilhoso será o Céu! Teremos a oportunidade de conhecer uma infinidade de pessoas fascinantes, de todas as etnias e de todas as gerações. Como anseio esse dia! Mesmo hoje sinto imenso prazer em conhecer as pessoas que cruzam meu caminho. Como um médico surpreendente que encontrei esta semana. Por meses minha querida esposa, preocupada com o meu pé cansado de tanto correr, insistiu comigo para marcar uma consulta com o podólogo. Somente depois de começar a sentir dores na planta do pé esquerdo, concordei a contragosto em marcar a tal consulta. Estava prestes a ter uma surpresa.

A sala de espera do consultório era a menor que eu já tinha visto – apenas três cadeiras. Fui chamado para a consulta exatamente no horário marcado. Ao comentar sobre isso, ele respondeu: “Programo um espaço de tempo suficiente entre as consultas para que os pacientes não tenham que esperar. É por isso que tenho uma sala de espera tão pequena.” Começamos a conversar. Ele me contou que estava escrevendo um livro, uma história para crianças. Estava ansioso para saber como encontrar um editor, como fazer para ter o livro publicado. Compartilhou também sua filosofia de vida: “Muitas pessoas sentem-se desanimadas ao fazer aniversário porque estão ficando mais velhas. Olho para o ano que se passou e penso nas centenas de pessoas que estão caminhando sem dor por minha causa.”

Que homem! Que visita! Saí dali me sentindo melhor da cabeça aos pés.

quarta-feira, 20 de junho de 2012


Não julgue




Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Filipenses 2:3, NVI

Meu esposo e eu viajávamos pela estrada, num verão. Certa manhã, sentamo-nos na sala do desjejum de um hotel e, enquanto eu desfrutava a refeição, observei as pessoas ao meu redor.

Havia pessoas gordas e magras, jovens e mais idosas, e comecei a avaliar todas. As mangas daquele casaco são longas demais. Os sapatos dela estão folgados. Aquela mulher está usando joias demais. Aquele lá é rígido como uma vara. Continuei nesse tom, até que parei e me perguntei: Afinal, o que estou fazendo? Qual é a minha motivação? Minha autoanálise mostrou que a verdadeira razão era fazer com que eu parecesse melhor. Eu sou perfeita; estou vestida para viajar, e assim por diante. Mas sou eu tão insegura que minha autoestima dependa da aparência das outras pessoas? Preciso medir meu valor para compará-lo com a escala dos outros? Não tenho valor próprio?

Obviamente sei que meu valor não depende de nada: nem de posição, profissão, nem de ser uma avó ou mãe particularmente boa. Ainda assim, parece ser inerente em nós o desejo de ser melhor que os outros. Julgamos precisar dessa afirmação para a nossa autoestima.

Mas não precisamos. Temos um Pai no Céu que, vez após vez, nos diz através da Bíblia quão valiosos somos ao Seus olhos. Somos tão preciosos que Ele morreu por nós e não quer deixar-nos sozinhos aqui na Terra. Era e é Seu desejo estar conosco e capacitar-nos a viver em liberdade. Uma parte dessa liberdade é a consciência do valor de cada pessoa. Portanto, somos valiosos desde o momento em que nascemos, e conservamos esse valor independentemente daquilo que fazemos ou deixamos de fazer.

Muitas vezes me esqueço de que tenho valor simplesmente porque Deus me fez. Talvez deva colar uma grande anotação no meu espelho: “Você é preciosa, mesmo que não goste da sua aparência neste momento.”

Após o desjejum, pedi ao meu Pai celeste que me perdoasse a arrogância diante dos outros hóspedes do hotel, e orei pedindo uma nova atitude e conduta para com meu próximo e comigo mesma.

Querido Senhor Jesus, ajuda-me a perceber que, aos Teus olhos, sou sempre valiosa, e perdoa-me se eu tentar encontrar meu valor à custa dos outros.

Claudia DeJong

Primo Fred


Não vivemos ociosamente quando estivemos entre vocês, nem comemos coisa alguma à custa de ninguém. 2 Tessalonicenses 3:7, 8

Uma das regras que Paulo estabeleceu para os seguidores de Cristo foi: “Se alguém não quiser trabalhar, também não coma” (2Ts 3:10). O próprio apóstolo serviu como exemplo disso. Apesar de poder reivindicar o direito de ser sustentado pela igreja, Paulo escolheu trabalhar a fim de pagar as próprias despesas, para não se tornar uma carga para ninguém.

Hoje, muitas pessoas procuram fazer o mínimo para obter o máximo possível. Se conseguirem alguém para sustentá-las, melhor ainda. Sonham em se tornar ricas, levar uma vida fácil e nunca se preocupar em trabalhar novamente. Assim, apostam na loteria.

Jack Whittaker, de Charleston, Virgínia, acertou sozinho a maior loteria acumulada da história dos Estados Unidos – um total de 314 milhões de dólares. Whittaker se contentou com a quantia de 113 milhões de dólares depois de seu prêmio ser tributado e passou a curtir uma vida de lazer e ociosidade.

Dois anos mais tarde, sua esposa, Jewel, relatou a um repórter:

– Gostaria que nada disso tivesse acontecido. Gostaria de ter rasgado aquele bilhete.

Desde que Jack Whittaker ganhou na loteria tinha sido preso duas vezes por dirigir bêbado e enviado para uma clínica de reabilitação. Foi multado por agredir o gerente de um bar e acusado em duas ações na justiça por causar problemas.

Essa história me faz lembrar do primo Fred. Em minha infância, na Austrália, meu primo Fred, bem mais velho, era uma pessoa comum, com um emprego fixo, esposa e filhos. Certo dia, porém, ganhou na loteria. Pediu demissão do emprego e nunca mais trabalhou um dia sequer em sua vida. Começou a beber desvairadamente, vindo a tornar-se alcoólatra. Não demorou muito, sua esposa não suportou a situação e pediu o divórcio. Ao fim de sua vida, o primo Fred era um pobre fracassado.

A indústria dos jogos de azar seduz os pobres e desesperados com esperanças e promessas irreais. Aproveita-se dos indivíduos mais desafortunados da sociedade, levando-os a perder o pouco que possuem dos bens deste mundo. Cria perdedores em todos os sentidos.

A resposta para o pobre e o desesperado – e para todos nós – é graça, não jogos de azar. A graça nos ergue para viver e trabalhar com a dignidade de um filho de Deus.

terça-feira, 19 de junho de 2012