sexta-feira, 4 de maio de 2012

Paz para os apressados

 
O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre. Isaías 32:17

Sexta-feira foi um daqueles dias. Gosto de forno e fogão, e as pessoas dizem que sou boa nos dois. Planejei fazer um pouco dos meus bolinhos de abóbora com farofa de maçã. Como o meu forno do porão assa melhor que o da cozinha, desci a escada para acendê-lo e depois subi de volta para fazer a mistura da massa do bolo. Dentro de poucos minutos, um aroma celestial subiu a escada – fazendo-me lembrar de que eu me esquecera de tirar a granola que havia sido preparada antes. Corri de novo para baixo e tirei a granola do forno. Felizmente ela não queimara até virar carvãozinho, como numa outra ocasião em que pratiquei o mesmo truque.

Deixei a granola esfriando e voltei para bater a massa. Depois de colocar os bolinhos no forno, comecei a trabalhar em outra receita. Ai, não! Eu me esquecera de colocar a farofa sobre os bolinhos! Disparando escada abaixo, raciocinei que as formas não tinham ficado tempo suficiente dentro do forno para aquecerem. Abri o porta do forno e peguei as formas com as mãos desprotegidas. Que insensatez! Ao recolher instantaneamente as mãos das formas quentes, uma delas emborcou e esvaziou seu conteúdo sobre a porta do forno, o interior do forno e em todos os cantinhos dele. Que bagunça! Desliguei o forno para deixá-lo esfriar um pouco, a fim de poder passar os 20 minutos seguintes limpando tudo.

Depois de despejar novamente a massa dos bolinhos, e me lembrando desta vez de acrescentar a farofa, coloquei-nos no forno para assar. Trinta minutos mais tarde, quando o relógio deu o sinal, desci a escada só para encontrar os bolinhos crus. Eu me havia esquecido de ligar o forno depois de limpá-lo!

Comecei a achar que alguém tentava dizer-me que eu não devia fazer bolinhos naquele dia. Então, toda aquela situação ridícula ficou engraçada, e meu esposo e eu demos boas risadas. Os bolinhos, por fim, ficaram bons.

Talvez eu deva desacelerar e organizar minha vida num ritmo menos estressante. Talvez possamos encontrar humor e paz nas piores situações. Deus é bom. Mantendo nEle meu foco e permitindo que Ele realize Seus planos para minha vida, Ele e eu, juntos, podemos ser vencedores. E, através da Sua guia, poderei experimentar a serena paz que Ele tem para mim.

Barbara Horst Reinholtz

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